identifier	taxonID	type	CVterm	format	language	title	description	additionalInformationURL	UsageTerms	rights	Owner	contributor	creator	bibliographicCitation
03C287C7FFDCFFB4FDC6F71CFB9CE20D.text	03C287C7FFDCFFB4FDC6F71CFB9CE20D.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Parentheca Berg 1891	<div><p>Parentheca Berg, 1891</p><p>Figs 1-20</p><p>Parel1lheca Berg, 1891: 280-282. - Kirkaldy, 1909: 90-91. - Ruffinelli &amp; Pirán, 1959: 18. - Pirán, 1970: 127.</p><p>Espécie-tipo:? subjitrcata Berg, 1891, por designação subseqüente.</p><p>Diagnose. Corpo de contorno oval, maior largura ao nível do terceiro segmento abdominal, coloração ocre a cúprea e pontuações cobre a marrom escuras; superficie dorsal plana, ventral convexa. Cabeça mais longa que larga; jugas mais longas que o clípeo e afastadas no ápice. Olhos pequenos, diâmetro de um olho equivalente a menos de 1/6 da largura da cabeça. Ocelos diminutos, quase imperceptíveis; diâmetro de um ocelo equivalente a cerca de duas vezes o diâmetro de uma das pontuações da cabeça. Rostro curto, apenas atingindo a base do abdome. Cicatrizes do pronoto conspícuas. Peritrema ostiolar auricular, reduzido, com maior diâmetro equivalente a metade do maior diâmetro ocular. Abdome ventralmente sem espinho ou tubérculo mediano basal.</p><p>Redescrição, complementando BERG (1891). Cabeça mais longa que larga; olhos pequenos, de diâmetro equivalente a menos de 1 /6 da maior largura da cabeça. Pontuações pequenas, densa e regularmente distribuídas, de coloração cobre a marrom escura. Jugas mais longas que o c1ípeo, afastadas no ápice. Tubérculos anteníferos encobertos pelas jugas em vista dorsal. Antenas com cinco segmentos, o primeiro não ultrapassando as jugas, com cerca da metade do comprimento do segundo, este ligeiramente mais longo que o terceiro; terceiro e quarto subiguais; quinto tão longo quanto o segundo. Búculas quase atingindo a base da cabeça, com o ápice e a base arredondados, altura uniforme em quase toda a sua extensão; canal entre as búculas estreitado na região anterior ao primeiro segmento do rostro. Primeiro artículo do rostro contido entre as búculas, segundo bem mais longo que o terceiro e quarto artículos reunidos, alcançando as mesocoxas; ápice do rostro atingindo a base do abdome. Pronoto com pontuações cúpreas maiores que as da cabeça, distribuídas mais densamente junto às margens ântero-Iaterais, menos densamente no disco; linha mediana longitudinal destituída de pontuações; largura umeral cerca de duas vezes e meia o comprimento do pronoto; superficie dorsal uniformemente plana, cicatrizes nitidamente delineadas, não contrastantes com a cor do pronoto, com pontuações no disco; dentículos ântero-Iaterais obsoletos; ângulos umerais não desenvolvidos. Escutelo com pontuações de tamanho e cor semelhantes às do pronoto, densa e uniformemente distribuídas exceto ao longo da linha longitudinal mediana, onde a pontuação é esparsa; largura basal pouco menor que o comprimento; contorno subtriangular, margens laterais sub-retilíneas, constrição ao nível do freno pouco evidente; ângulos basais com reduzidas manchas negras; ápice arredondado, ultrapassando a base do sexto urotergito. J-Iemiélitros com pontuações como no escuteio, porém irregularmente distribuídas; ápice do cário alcançando o nível do sexto segmento do conexivo; mancha no ápice da veia radial presente, não contrastante com a cor de fundo; membranas mais ou menos reduzidas, apresentando cinco a seis veias, raramente bifurcadas. Asas posteriores reduzidas, mal ultrapassando o terceiro urotergito. Prosterno suavemente sulcado. Mesosterno plano e percorrido por uma carena mediana baixa nos dois terços anteriores; levemente escavado no terço posterior. Metasterno suavemente sulcado, com cristas laterais pouco evidentes. Todas as placas esternais recobertas de suave pilosidade. Área evaporatária ocupando a metade interna do mesoepimero, a metade interna do metaepisterno, estendendo-se sobre a fenda entre meso e metapleura, não alcançando as margens laterais dos segmentos. Peritrema ostiolar auricular, reduzido, maior diâmetro equivalendo a metade do maior diâmetro ocular. Tíbias dorsalmente sulcadas; pilosas. Conexivo com pontuações menores e mais densas que no restante do corpo; ângulos posteriores arredondados, não pronunciados. Abdome ventralmente convexo, desprovido de espinho ou tubérculo na base do terceiro segmento. Espiráculos abdominais reduzidos. Tricobótrios em pares, localizados atrás e na mesma linha dos espiráculos.</p><p>Genitália macho. Pigóforo com os ângulos póstero-Iaterais pouco pronunciados. Bordo dorsal (Figs 4,5, 13, 14, bd) com I + I ligeiras pregas laterais e avançado na porção mediana de encontro à base do segmento X (Figs 4,5, 13; 14, bd). Bordo ventral (Figs 3, 12, bv) suavemente côncavo e, na sua porção mais dorsal, com 1+1 pequenas'projeções de cada lado do segmento X (Figs 4,5, 13, 14, pbv, X). Abertura da taça genital reduzida. Processos do diafragma em forma de carena, originando-se junto ao bordo dorsal e estendendo-se em direção aos ângulos póstero-laterais; carena mais elevada atrás dos parâmeros; externamente à carena a textura do diafragma é bastante irregular, com sulcos longitudinais. Parâmeros (Figs 4, 5, 13, 14, pa) com base subcilíndrica, cabeça subtriangular, ápices recurvados em direção à lateral externa; superficie lateral externa com textura irregular formada por ranhuras transversais (Figs 6, 15). Segmento X (proctiger) quadrangular. Phal/us: placa basal ampla (Figs 7, 8, 16, 17, pb), mais larga que a phal/otheca, com fortes e longos conetivos ventrais (Figs 7,8, 16, 17, cv). Membramblase muito ampla, trapezoidal (Figs 7, 8, 16, 17, m). Conetivos dorsais longos (Figs 7, 8, 16, 17, cd), quase atingindo o ápice da phal/otheca. Phal/otheca alongada, subcilíndrica, com abertura posterior, superficie ventral fortemente convexa (Figs 7-9, 16- 18, ph). Conjuntiva bem desenvolvida, envolvendo a vesica na base e a encobrindo parcialmente em vista lateral (Figs 7-9, 16- 18, cj), com três processos: 1 +1 processos ventrais, digitiformes, pouco flexíveis, divergentes a partir da base e arqueados em direção dorsal (Figs 7 -9,16-18, pcjl); um segundo processo de base única e bifurcado em dois prolongamentos digitiformes de ápice agudo que atingem o nível da curvatura dos processos ventrais (Figs 9, 18, pcj2) encoberto, em vista lateral, pela conjuntiva e ventralmente pelos processos digitiformes; o terceiro processo da conjuntiva é único, apical, em forma de tromba, membranoso e bastante flexível, partindo ventralmente entre os processos digitiformes e curvado dorsalmente (Figs 7 -9,16- 18, pcj3) (quando não evertido esse processo repousa no espaço existente entre as calotas da vesica). Vesica com 1 +) amplas calotas (Figs 8, 9,) 7, 18, v), tendo na base o ductus seminis distalis curto (Figs 9, 18, ds).</p><p>Genitália fêmea. Gonocoxitos 8 (Figs 10, 19, gc8) tão longos quanto largos, margem posterior suavemente convexa, bordos suturais justapostos na metade distai, sobrepostos na metade basa!. Laterotergitos 8 (Figs 10, 19, la8) mais longos que largos, com margem posterior de contorno triangular. Gonocoxitos 9 (pseudoesternito) (Figs 10, 19, gc9) trapezoidal; braços curtos, atingindo o nível da base dos laterotergitos 9. Laterotergitos 9 (Figs 10, 19, la9) aftlados em direção ao ápice arredondado, ultrapassando a banda que une os laterotergitos 8 e quase igualando em comprimento os laterotergitos 8. Gonapófises 9 (Figs 11, 20, g 9) com espessamentos secundários laterais saculiformes que partem das chi/inellipsen (Figs 11,20, eg9, ch), essas de contorno ovalado. Espessamento da íntima vaginal semiesférico em torno do orificium recep/acu/i e subtriangular anteriormente (Figs 11,20, eiv, 01'). Duc/us recep/aculi (Figs I 1,20, dr) de diâmetro reduzido; região anterior à área vesicular mais longa que a região posterior a esta área. Cristas anulares anterior e posterior estreitas e voltadas para a pars in/ermedialis (Figs 11, 20, caa, cap, pi). Nos 2/3 anteriores da pars intermedialis o duc/us recep/acu/i é enovelado, terço posterior constrito e encoberto pela crista anular posterior. Capsula seminalis destituída de dentes (Figs 11, 20, cs).</p><p>Comentários. Paren/heca assemelha-se, externamente, a  Coenus Dallas, 1851 pelo tamanho e forma geral do corpo. A genitália, especialmente a masculina, sugere uma proximidade a  Coenus, Euschis /us Dallas, 1851 e  Dichelops Spinola, 1837, principalmente devido à presença de processos pares digitiformes na conjuntiva e à forma da vesica. Entretanto, Paren/heca é extremamente semelhante ao subgênero Neodichelops Grazia no tocante à presença e forma dos processos do diafragma no pigóforo, estrutura e processos presentes no phallus e enovelamento do duc/us recep/aculi dentro da pars in/ermedialis. Na descrição de  Dichelops (Neodichelops), GRAZIA (1978) define os processos ventrais digitiformes e o processo apical da conjuntiva como pertencentes, respectivamente, àphallo/heca e vesica; com a melhor observação dos processos de  Parentheca e comparação com os de  Dichelops (Neodichelops) concluímos pela retificação das descrições para esse subgênero, seguindo as adotadas no presente trabalho. São características peculiares de Paren/heca a estrutura e dimensão da cabeça, o tamanho diminuto dos olhos, ocelos e peritrema ostiolar e a reduzida abertura da taça genital. Os exemplares examinados apresentam uma evidente braquipteria do segundo par de asas (Fig. I) e redução na dimensão da membrana do hemiélitro. Este fato poderia limitar a capacidade de vôo nestas espécies. Porém, como o número de exemplares disponível era relativamente pequeno, especialmente de P. subfurca/a, não é descartada a hipótese da existência de formas plenamente aladas.</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03C287C7FFDCFFB4FDC6F71CFB9CE20D	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Campos, Luiz Alexandre;Grazia, Jocélia	Campos, Luiz Alexandre, Grazia, Jocélia (1999): Revisão de Parentheca Berg (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini). Revista Brasileira de Zoologia (Rev. Bras. Zool.) 16 (3): 691-699, DOI: 10.1590/s0101-81751999000300008, URL: https://doi.org/10.1590/s0101-81751999000300008
03C287C7FFD8FFB6FDA6F380FC97E7C9.text	03C287C7FFD8FFB6FDA6F380FC97E7C9.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Parentheca subfurcata BergI 1891	<div><p>Parentheca subfurcata BergI 1891</p><p>Parenlheca subfllrcala Berg, 1891: 281. - Kirkaldy, 1909: 90.</p><p>Diagnose. Cabeça pouco mais longa que larga, o comprimento excedendo a largura ao nível dos olhos em cerca de 20%. Margens ântero-laterais do pronoto suavemente convexas, íntegras (Fig. 2). Pequena mancha ferrugíneajunto ao limite entre os segmentos do conexivo, mais próxima à margem externa.</p><p>Redescrição, complementando BERG (1891). Macho: bordo ventral do pigóforo côncavo, levemente sinuoso (Fig. 3). Projeções dorsais do bordo ventral pouco pronunciadas, convexas; área do bordo, entre essas projeções, sub-retilínea (Figs 4, 5). Ângulos póstero-Iaterais com uma ligeira projeção posterior. Parâmeros com o ramo basalligeiramente desenvolvido (Figs 4-6). Phallus: placa basal alargada(Figs 7,8).</p><p>Medidas macho. Cabeça: comprimento 2,5, largura 2,5; artículos antenais: 10,5,11 0,9, III 0,7, IV 0,8, V 1,3; pronoto: comprimento 1,8, largura 4,7; escuteio: comprimento 3,4, largura 3,2; largura abdominal 5,5; comprimento tota) 9,9.</p><p>Fêmea. Margens posteriores dos gonocoxitos 8 levemente convexas (Fig. 10). Ductus receptaculi antes da área vesicular cerca de oito vezes maior que o ductus após à área vesicular (Fig. 11).</p><p>Medidas fêmea. Cabeça: comprimento 2,69, largura 2,60 (2,52-2,69); artículos antenais: I 0,59, TI 1,0 I, m0,97 (0,92- 1,0 1), IV 0,92 (0,84- 1,0 I), V falta; pronoto: comprimento 2,27 (2,18-2,35), largura 5,38 (5,21-5,54); escutelo: comprimento 3,78 (3,70-3,86), largura 3,53 (3,36-3,70); largura abdominal 6,01 (5,80­ 6,22); comprimento total 10,96 (10,67- 11,26).</p><p>Distribuição. Brasil (Minas Gerais), Argentina (Córdoba).</p><p>Material examinado. BRASIL, Minas Gerais: Poços de Caldas ( Morro do Ferro), macho, 15.XI.1965, J. Becker, O. Roppa, O. Leoncini leg. (CPJB)  .   ARGEN­TrNA, Córdoba, Dep. Calamuchita, "  EI Sauce ", fêmea, XTI.1941, M.J. Viana et aI. (MACN)  .</p><p>O holótipo de P. subfurcata (fêmea) foi examinado, e encontra-se depositado no Museo Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia (Buenos Aires), com as seguintes etiquetas: (a)  Parentheca Berg 1891 (b) Tipo subfurcata Berg (c) et ai. antigua (d) Córdoba (e) Typus.</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03C287C7FFD8FFB6FDA6F380FC97E7C9	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Campos, Luiz Alexandre;Grazia, Jocélia	Campos, Luiz Alexandre, Grazia, Jocélia (1999): Revisão de Parentheca Berg (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini). Revista Brasileira de Zoologia (Rev. Bras. Zool.) 16 (3): 691-699, DOI: 10.1590/s0101-81751999000300008, URL: https://doi.org/10.1590/s0101-81751999000300008
03C287C7FFDAFFB9FE40F6CBFB82E787.text	03C287C7FFDAFFB9FE40F6CBFB82E787.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Parentheca aeliomorpha Berg 1891	<div><p>Parentheca aeliomorpha Berg, 1891</p><p>Parenlheca aeliolllorpha Berg, 1891: 281-282. - Kirkaldy, 1909: 91. - Rutlinelli &amp; Pirán, 1959: 18.­ Pirán, 1970: 127.</p><p>Diagnose. Cabeça mais longa que larga, o comprimento excede a largura em cerca de 50%. Margens ântero-Iaterais do pronoto sub-retilíneas, crenuladas em toda a sua extensão (Fig. 1). Face ventral dos fêmures, e as vezes das tíbias, das pernas médias e posteriores com grosseiras manchas ferrugíneas.</p><p>Redescrição, complementando BERG (1891). Macho: bordo ventral do pigóforo suave e uniformemente côncavo (Fig. 12), protuberante na região mediana. Projeções dorsais do bordo ventral tuberculares; área do bordo, entre essas projeções, pronunciada em direção ao segmento X (Figs 13, 14). Ângulos póstero-Iaterais do pigóforo uniformemente arqueados, sem projeções. Ramo basal dos parâmeros pouco desenvolvido (Figs 13- 15). Phalll/s: comprimento e largura da placa basal subiguais (Figs 16, 18).</p><p>Medidas macho. Cabeça: comprimento 3,02, largura 2,44 (2,35-2,52); artículos antenais: I 0,67, II 1,13 (1,09- 1,18), 111 0,92, IV 1,0 1, V 1,22 (1,18-1,26) pronoto: comprimento 2,02, largura 4,62 (4,54-4,70); escuteIo: comprimento 3,61 (3,53-3,70), largura 3,02 (2,86-3,19); largura abdominal 5,29 (5,21-5,38); comprimento total 10,33 (10,25-10,42).</p><p>Fêmea. Margem posterior dos gonocoxitos 8 sinuosa, ângulos suturais projetados sobre o gonocoxito 9 (Fig. 19). Duclus receplaculi antes daárea vesicular cerca de cinco vezes maior que o ductus após a área vesicular (Fig. 20).</p><p>Medidas fêmea. Cabeça: comprimento 3,05 (2,35-3,19), largura 2,55 (2,18­ 2,69); artículos antenais: 10,64 (0,50-0,67),11 1,26 (1,09- 1,34); III 0,97 (0,95- 1,09), IV 1,02 (0,76- 1,09), V 1,28 (1,09- 1,34); pronoto: comprimento 2,02 (1,68-2,02), largura 4,98 (4,20-5,21); escutelo: comprimento 3,81 (3,19-4,03), largura 3,28 (2,69-3,36); largura abdominal 5,74 (5,04-6,05); comprimento total 11,16 (9,07­ 11,42).</p><p>Distribuição. Brasil (Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul), Paraguai, Argentina (Chaco, Misiones, Córdoba) e Uruguai.</p><p>Material examinado. BRASIL, Mato Grosso: Três Lagoas ( Faz. Retiro de Telhas), fêmea, 21.V.1964, Exp. Depto. Zool.leg., "Cerrado" (MZSP) ;   Goiás:  Jataí, 2 machos, 4 fêmeas, XIl. 1963, M. Alvarenga leg. (DZUP)  .  ARGENTINA, Chaco: fêmea, 30.XI. I 897, S. Venturi leg., na 5653 (MACN);  Misiones: fêmea, 07.IIl. I897, S. Venturi leg., na 5653 (MACN);   Córdoba: Dep. Calamuchita, "  EI Sauce ", 4 fêmeas, XIl. 1941, M.J. Vianaleg. (MACN) ;   Cruz Alta, fêmea, 1.1946, Coll. Duret,  Parentheca aeliomorpha Berg, det. A.A. Pirán, cum typus comparavit (MACN)  .</p><p>Foram examinados os síntipos de P. aeliomorpha (I macho e I fêmea) depositados no Museo de La Plata (La Plata, Argentina), os quais são aqui designados lectótipo e paralectótipo, como segue:</p><p>Lectótipo macho, etiquetas: (a) 1392/ 1 (b)  Parentheca aeliomorpha 1891 Berg (c) Misiones (d) Typus (e) Lectotype.</p><p>Paralectótipo fêmea, etiquetas: (a) 1392/2 (b) Coll. Rolide (c) Typus (d) Paraguay (e) Paralectotype.</p><p>Segundo BERG (1891) um exemplar de P. aeliomorpha foi depositado no Museu de Montevideo; infelizmente não foi localizado.</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03C287C7FFDAFFB9FE40F6CBFB82E787	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Campos, Luiz Alexandre;Grazia, Jocélia	Campos, Luiz Alexandre, Grazia, Jocélia (1999): Revisão de Parentheca Berg (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini). Revista Brasileira de Zoologia (Rev. Bras. Zool.) 16 (3): 691-699, DOI: 10.1590/s0101-81751999000300008, URL: https://doi.org/10.1590/s0101-81751999000300008
