Proteinus crenulatus Pandelle, 1867
Espécie com o comprimento 2,1-2,7 mm. Pronoto de cor castanho brilhante. Antenas com base mais clara que restantes antenómeros os quais são escuros de um preto acastanhado. O oitavo antenómero ligeiramente mais largo que comprido. Nos machos o primeiro tarsómero dos tarsos anteriores mais largo que e tão comprido como os restantes incluindo as unhas. A tíbia média é curva no terÇo terminal e com tubérculos grossos, densos e erectos na metade terminal. Edeago como em Dauphin (1995) e Assing (2007).
Registos
Espécie mencionada de Portugal por Correa de Barros (1926), como P. limbatus Mäklin, 1852 (MHNC-UP). Proteinus limbatus foi descritA do AlAscA (MAnnerheim, 1852) com As VAriedAdes “b” e “c”. EstA espécie não pode existir nA região pAleártica, e muito menos em Portugal. Ao longo dos tempos tem vindo a ser confundida com P. brachypterus e P. crenulatus, e esta como sinónimo de P. limbatus . Contudo, Bernhauer (1912) e Horion (1963) consideram-nas como espécies distintas e por esta razão não pode ser considerada como holártica. Para mais informaÇão sobre esta confusão ver Frank (1979). Fuente (1921) também a referencia de Portugal da coleÇão de Paulino de Oliveira. Recentemente Assing (2002) menciona P. crenulatus como um complexo de cinco espécies e descreve quatro novas espécies que tinham vindo a ser confundidas e identificadas como P. crenulatus . Assim, para uma positiva identificaÇão das espécies de Proteinus devemos basear-nos na morfologia dos edeagos, dos protarsos e na mesotíbia e metatíbia dos machos.
Novos dados Beira Litoral; Coimbra, Coimbra, sem data, 1 ex. (MZUCC) .