Dinidoridae, Stal, 1867
publication ID |
https://doi.org/ 10.5281/zenodo.3903685 |
persistent identifier |
https://treatment.plazi.org/id/EA0087E7-F059-FFB9-5E60-FEBBFDE8FC43 |
treatment provided by |
Carolina |
scientific name |
Dinidoridae |
status |
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Apesar de seu tamanho relativamente grande e sua coloração aposemática, estes percevejos raramente estão representados em coleções. Afamília foi revisada por Durai (1987), que reconheceu as subfamílias Dinidorinae , com as tribos Dinidorini e Thalmini , e Megymeninae , com as tribos Megymenini e Eumenotini . Chaves para identificação dos táxons podem ser encontradas em Durai (1987). Rolston et al. (1996) sumarizaram aclassificação corrente para a família. Gapud (1991) considerou Dinidoridae e Tessaratomidae grupos irmãos com base em duas sinapomorfias: espiráculos do II segmento abdominal parcialmente expostos e paratergitos (laterotergitos) 9 muito amplos nas fêmeas. Kocorek & Lis (2000), na revisão cladística de Megymeninae , propuseram uma nova tribo –Byrso-depsini– e trataram Eumenotini como sinônimo junior de Megymenini . Grazia et al. (2008) encontraram relações variáveis entre estes táxons de acordo com as análises efetuadas: Dinidoridae mostrou-se parafiléti- ca ou monofilética, mas sempre com relações de grupo irmão com Tessaratomidae monofilética. Compreende 115 espécies em 13 gêneros, sendo predominantemente encontrados nas regiões Afrotropical e Oriental. Na região Neotropical ocorrem seis espécies de Dinidor . Na Argentina só se tem o registro de Dinidor mactabilis ( Dinidorinae , Dinidorini ) para a província de Misiones [citada por Pirán (1948) como D. mactans].
No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.