Edessa rufomarginata ( De Geer, 1773 ),

Silva, Eduardo José Ely e, Fernandes, José Antonio Marin & Grazia, Jocélia, 2004, Variações morfológicas em Edessa rufomarginata e revalidação de E. albomarginata e E. marginalis (Heteroptera, Pentatomidae, Edessinae), Iheringia, Sér. Zool. 94 (3), pp. 261-268: 262-264

publication ID

http://doi.org/ 10.1590/S0073-47212004000300006.

DOI

http://doi.org/10.5281/zenodo.3663837

persistent identifier

http://treatment.plazi.org/id/A64487C5-FFAC-B042-FF7D-D88AFD6C7555

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Edessa rufomarginata ( De Geer, 1773 )
status

 

Edessa rufomarginata ( De Geer, 1773) 

( Figs. 1-12View FigsView Figs)

Cimex rufomarginatus DE GEER, 1773:330  ; STÅL, 1872:57. Cimex cruentus FABRICIUS, 1775:713  ; FABRICIUS, 1803:153. Edessa cruenta  ; FABRICIUS, 1803:153; BURMEISTER, 1835:355; AMYOT & SERVILLE, 1843:160. Pentatoma furcata PALISOT DE BEAUVOIS, 1805:46  ; WALKER, 1867:451. Aceratodes cruentus  ; AMYOT & SERVILLE, 1843:160; DALLAS, 1851:334; WALKER, 1867:451; STÅL, 1872:57. Aceratodes flavomarginatus STÅL, 1855:183  ; STÅL, 1872:57. Aceratodes flavovirens STÅL, 1855:183  ; STÅL, 1872:57. Edessa rufomarginata  ; STÅL, 1872:57; DISTANT, 1880:96; SHARP, 1890:410; LETHIERRY & SEVERIN, 1893:194; KIRKALDY, 1909:164; BUCKUP, 1961:10; SILVA et al., 1968:60; GrAZIA- VIEIRA & CASINI, 1973:59; FROESCHNER, 1981:66; RIZZO & SAINI, 1987:51; FORTES & GRAZIA, 1990:191.

Diagnose. Rostro com o primeiro segmento mais longo que as búculas; cabeça do parâmero com duas projeções, uma dirigida anteriormente, alongada, com ápice arredondado e uma posterior, retangular; face externa da cabeça do parâmero apresentando uma área sulcada; processo da taça genital retangular, achatado lateralmente, fendido medianamente e encoberto parcialmente pelo parâmero; décimo segmento com margem posterior projetada; gonocoxito 8 não deprimido possuindo o bordo posterior em arco aberto.

Descrição da forma I. Comprimento 14,7-20,7 mm; largura 8,9-12,2 mm; corpo ovalado. Coloração geral da face dorsal verde; margens das jugas, margens ânterolaterais do pronoto, margem do terço anterior do cório e conexivo avermelhados; pontuação fina, da mesma cor que a superfície. Ângulos umerais não desenvolvidos. Face ventral, pernas e antenas alaranjadas, com estrias negras nas áreas intersegmentares do tórax e abdome, nas pseudo-suturas e posteriormente aos espiráculos.

Cabeça mais larga que longa. Jugas mais longas que o clípeo, com pequenos sulcos transversais e sem pontuação, arredondadas e curvadas ventralmente no ápice. Tubérculos anteníferos com dente reduzido; antenômeros 1 a 5 em ordem crescente de comprimento. Rostro atingindo a primeira bifurcação do processo do metasterno, com o primeiro segmento mais longo que as búculas. Búculas paralelas e largas. Pronoto declivente, brilhante, com os ângulos ântero-laterais armados com um pequeno dente. Margem ântero-lateral reta, íntegra e levemente emarginada. Cicatrizes do pronoto subcalosas e não pontuadas. Superfície ventral do pronoto com pontuação fina clara ou escura. Escutelo brilhante com ápice levemente acuminado. Cório fosco, com pontuação mais fina e densa do que a do resto do corpo e veias sem diferença de tonalidade. Membrana do hemiélitro castanho-escura a negra, freqüentemente com reflexo verde-metálico. Mesosterno com uma carena mediana baixa que avança até as coxas anteriores. Processo metasternal mais longo que largo, achatado, liso e glabro, com a bifurcação anterior divergente e os ápices evanescentes. Bifurcação anterior do processo metasternal atingindo o terço mediano do mesosterno, acomodando o quarto e parte do terceiro segmento do rostro. Área evaporatória rugosa, fosca e da mesma cor da face ventral; peritrema ostiolar atingindo 4/5 da largura da metapleura. Abdome com conexivo exposto e pontuação fina, densa, da mesma cor da superfície dorsal. Ângulos póstero-laterais do conexivo pouco desenvolvidos. Ângulos posteriores do sétimo segmento moderadamente desenvolvidos. Face dorsal do abdome preta, brilhante; superfície ventral com pontuação fina e esparsa. Espiráculos elípticos e tricobótrios na mesma linha dos espiráculos.

Genitália do macho. Pigóforo retangular em vista dorsal, com abertura dorso-posterior e ângulos pósterolaterais arredondados (fig. 1); superfície ventral com pontuações e sulcos sinuosos na metade posterior. Cabeça do parâmero com duas projeções, uma dirigida anteriormente, alongada, com ápice arredondado e uma posterior, retangular, podendo apresentar algumas variações nas proporções nas diferentes formas (figs. 2, 5-12). Face externa da cabeça doparâmero comuma área sulcada eesculturaçãovariada (figs. 2, 5-12); face superior côncava. Processo da taça genital retangular, achatado lateralmente, fendido medianamente (fig. 3) e encoberto parcialmente pelo parâmero. Décimo segmento com margem posterior projetada, sulcada e recoberta por pêlos; face posterior truncada e sem carenas (fig. 1).

Genitália da fêmea. Gonocoxitos 8 pilosos, pontuados e em plano diferente das demais placas genitais. Bordo posterior do gonocoxito 8 formando um arco aberto. Gonocoxitos 9 pilosos, deformato trapezoidal e fracamente convexo, sem carena mediana (fig. 4).

Distribuição. Méxicoa Argentina.

Variação. Devido ao seu polimorfismo, E. rufomarginata  apresenta outras seis formas, que podem ser diferenciadas daforma I, a deocorrência maiscomum, pelas característícas abaixo mencionadas.

Forma II. Comprimento 14,5-18,9 mm; largura 8,1- 10,9 mm. Coloração geral da face dorsal castanha; membrana do hemiélitro castanho-clara brilhante; margens das jugas, margens ântero-laterais do pronoto e bordas laterais do cório amareladas a creme. Escutelo levemente rugoso com estrias transversais. Face dorsal do abdome castanha. Face ventral, pernas e antenas castanhas a castanho-alaranjadas; estrias negras restritas ao limite dos segmentos abdominais e posteriormente aos espiráculos, sendo algumas vezes ausentes. Processo metasternal sulcado.

Distribuição. Brasil: Minas Gerais e São Paulo.

Forma III: comprimento 14,8-16,9 mm; largura 8,5- 10,3 mm. Coloração dorsal verde-clara com pontuação amarelada; membrana do hemiélitro transparente, castanho-clara a amarela. Margens das jugas, margens ântero-laterais do pronoto, terço anterior do cório e conexivo amareladas a creme. Bifurcação anterior do processo metasternal acomodando o terceiro e o quarto segmentos do rostro; processo metasternal sulcado. Abdomedorsalmente negro, algumasvezescommanchas amareladas. Face ventral, pernas e antenas amareladas a creme. Estrias negras ausentes. Superfície ventral do pigóforo na metade posterior com pontuações e sem sulcos.

Distribuição. Brasil: Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais.

Forma IV: comprimento 17,9-20,6 mm; largura 10,7- 11,7 mm. Coloraçãogeral negra nas facesdorsal e ventral. Margens das jugas, margens ântero-laterais do pronoto, borda do terço anterior do cório, conexivo, pernas e antenas laranja-escuras a vermelhas. Comprimento do segundo e terceiro antenômeros subigual. Dente dos ângulos ânteros-laterais do pronoto muito reduzido.

Distribuição. Venezuela.

FormaV: comprimento 16,6-18,4 mm; largura 10,2- 10,7 mm. Coloração dorsal verde-oliva a verde-escura, membrana do hemiélitro verde-escura metálica. Margens das jugas, margens ântero-laterais do pronoto, conexivo e terço anterior da borda do cório vermelhos. Rostro mais longo que nas outras formas, alcançando as coxas do terceiro par de pernas. Face ventral, pernas e antenas alaranjadas; estrias negras nos limites dos segmentos abdominais e posteriormente aos espiráculos.

Distribuição. Brasil: Goiás.

Forma VI: comprimento 14,6-15,7 mm; largura 9,2- 9,7 mm. Coloração dorsal verde-clara, membrana do hemiélitro castanha brilhante. Margens das jugas, margens ântero-laterais do pronoto, terço anterior da borda do cório e borda do ápice do escutelo creme. Primeiro antenômero menor que o segundo, segundo e terceiro subiguais, quarto maior que o terceiro e quinto maior que o quarto. Bifurcação anterior do processo metasternal acomodando apenas o quarto segmento do rostro. Face ventral, pernas, antenas e conexivo amarelos a laranja-claros; estrias negras ausentes.

Distribuição. Argentina: Córdoba e Salta.

Forma VII: comprimento 17,5-19,3 mm; largura 9,9- 11,3 mm. Face dorsal, em sua maiorparte, verde-escurae membrana do hemiélitro negra, translúcida. Terço posterior da cabeça, margens das jugas, margens anterior e ântero-laterais do pronoto, terço anterior da borda do cório e terço anterior do escutelo amarelados. Bifurcação anterior do processo metasternal acomodando apenas o quartosegmento do rostro. Face ventral amarelada, pernas e antenas laranja-claras; estrias negras nos limites dos segmentos torácicos e abdominais e posteriormente aos espiráculos.

Distribuição. Argentina: Misiones.

Chave para as formas de E. rufomarginata  .

1. Processo metasternal sulcado ............................. 2

Processo metasternal sem sulco .......................... 3

2(1). Coloraçãodorsal, incluindoadoabdome, castanha; escutelo levemente rugoso e com estrias transversais ......................................... forma II

Coloração dorsal verde-clara com pontuações amareladas; abdomedorsalmente negro, algumas vezes com manchas amareladas .......... forma III

3(1). Rostro alcançando as coxas do terceiro par de pernas .................................................. formaV

Rostro não atingindo o terceiro par de pernas .... 4

4(3). Faces dorsal e ventral de coloração negra ............ ............................................................ forma IV

Faces dorsal e ventral de outra coloração ........... 5

5(4). Coloração amarelada no terço posterior da cabeça, terço anterior da borda do cório e terço anterior do escutelo ........................................ forma VII

Outra coloração ................................................... 6

6(5). Face ventral com estrias negras nas áreas intersegmentares do tórax e abdome, nas pseudo-suturas e posteriormente aos espiráculos; borda do ápice do escutelo sem diferença de coloração .......................... forma I

Face ventral sem estrias negras; borda do ápice do escutelo creme .................................... forma VI

Material examinado. Cimex rufomarginatus  , holótipo, “ Surinam ” ( NHRM).  Aceratodes flavomarginatus  , holótipo, Minas Gerais, Brasil ( NHRM).  Aceratodes flavovirens  , holótipo, Minas Gerais, Brasil ( NHRM).  MÉXICO, Campeche: Carretera Campeche-Mérida km 54 ,, 28.IV.1982, V. Meléndez col. ( RMNH).  VENEZUELA, Los Corales ,,, 1939 ( MACN);  Distrito Federal: Petaquire, El Junquito ,, 21.VI.1964, E. Osuna col. ( MIZA);  Caracas ,, 21.V.1950, C. Prado col. ( MIZA);  Trujillo: Bocono ,, 13.VIII.1964, E. Osuna & M. Gelbes col. ( MIZA);  Carretera La Puerta-Vila Mercedes, Km 14 ,, 21.IX.1954, C. Rosales col. ( MIZA);  Aragua: Colonia Tovar ,, 14.VII.1954, R. Salinas & C. Rosales col. ( MIZA);  El Limón ,, 20.X.1954, C. Rosales col. ( MIZA)  ;, 08.IX.1963, A. Perez col. ( MIZA)  ;, 05.VIII.1966, C. Rodriguez col. ( MIZA);  Maracay ,, 29.X.1961, B. Fernandes col. ( MIZA);  Rancho Grande , 3, 21.V.1966, F. Romero col. ( MIZA);  Zulia: Sierra de Perijá, Cajamera ,,, 12.IV.1960;  Carretera Machies-Cajmera ,, 14.IV.1960 ( UFRG);  Mérida: La Mucuy ,, 09.IX.1956, C. Rosales col.;  Táchira: Pregonero, 2, 2, 21.X.1966, C. Rosales & J. Salcedo col.;  Barinas: Carretera Barinas-Apartaderos ,, 10.V.1953, F. Kern col.;  Bolívar: Caravachi , 2, 16.XI.1966, J. e B. Bechyné & E. Osuna col. ( MIZA).  SURINAME, Yungas: Chuluani ,, I.1948, Bridarolli col. ( UFRG).  PERU, Cuzco: Limatambo ,, 30.X.1964 ( UFRG).  BOLÍVIA:, 2, 10.III.1924;  Cochabamba: Prov. Chapare , Cristal Mayo ,, II.1971, Fritz col. ( MACN).  BRASIL, Roraima: Rio Uraricoera, Ilha de Maracá ,, 2 ( INPA);  Amapá: Porto Platon, 4, 5, 14.IV.1983, J. Lacerda col. ( UFRG);  Amazonas: Coari, Rio Urucu , 19.II- 01.III.1993, P. Bührnheim col. ( DCMB);  Guajara, Rio Ipixuna ,, VI.1995, P. Bührnheim col. ( DCMB);  Manaus ( Estrada AM 01, Km 64 ),,, 08.VIII.1970, A. Faustino col. ( INPA);  ( Santa Etelvina ),, 16.IV.1988, M. Amorim col. ( INPA);  ( Conjunto Tiradentes ),, 20.IX.1984, E. Fernandes col. ( INPA);  Rio Tapajós ,, XI.1960, Vollmann col. ( RMNH) (comparado como holótipo de E. rufomarginata  );  Pará: Belém ,, 12.II.1984, J. Grazia col. ( UFRG);  Cachoeira do Arari ,, 21.VII.1983, A. Henriques col. ( INPA);  Porto Trombetas ,, 07.IV.1983, Grazia & Pires col. ( UFRG);  Tucuruí ,, I.1979, M. Alvarenga col. ( UFRG);  Mato Grosso: Chapada [dos Guimarães], 15°26’Se 55°45’W ,,, 1882-1884, H. Smith col. ( CMNH);GoogleMaps  Chapada dos Guimarães ,, 4, 16.II.2000, J. Grazia col. ( UFRG);  Barra do Tapirapé ,, 14.XII.1964, B. Malkin col. ( MZSP);  Utiariti, Rio Papagaio ,, VII-VIII.1961, K. Lenko col. ( MZSP)  ;, 22- 31.X.1966, Lenko e Pereira col. ( MZSP);  Pernambuco: João Alfredo, 3, 05.IV.2001, M. Lopes col. ( UFRG);  Lagoa do Carro , 7, 4, 05.IV.2001, M. Lopes col. ( UFRG);  Posto Gran , Via São Lourenço ,, 5, 05.IV.2001, M. Lopes col. ( UFRG);  Bahia: Cruz das Almas , 2, 05.V.1997, W. Sá col. ( UFRG);  Goiás: Alto Paraíso, 2, 2, 11.X.1999, A. Faria col. ( IBSP);  Campinas ,, XII.1935, Spitz col. ( MZSP);  Jataí ,, ( UFRG); ( Fazenda Cachoeirinha ),, X.1962 ( MZSP);  Minas Gerais: Belo Horizonte ,, Monte col. ( MZSP)  ;, 08.VII.1942, A. Costa col. ( IBSP);  Japonar ,, 2, 20.VIII.2000 ( UFRG);  Lagoa Santa ,,, 09.X.1958, J. Becker col. ( MNRJ) (comparados como holótipo de A. flavovirens  );  Uberlândia ,, X.1962 ( MZSP);  Espírito Santo: Santa Teresa ,,, VIII.1992, A. Oliveira col.;  Rio de Janeiro: Rio de Janeiro ( Parque da Cidade ), 2, 02.XI.1956, R. Thomaz col. ( UFRG);  São Paulo: São João da Boa Vista ,, XII.1935, B. Ribeiro col. ( IBSP);  São José dos Campos ,, IV.1935, L. Vieira col. ( IBSP);  São Sebastião ( Sertão do Camburi ),, 09.IX.1995, N. Peixoto col. ( IBSP);  Pirassununga ,, 24.VIII.1976, L. Fontes col. ( MZSP);  ( Fazenda Graciosa ),,, 16.X.1945, Schubart col. ( IBSP);  Limeira ,, 05.XII.1953, ( IBSP);  Campinas ,, 2, Rossetto col. ( IACC)  ;,, XI.1987 ( IACC);  Mogi Guaçu ( Fazenda Capininha ), 2,, 17-19.XI.1967, H. Reichardt col. ( MZSP);  Luíz Antonio ( Estação Ecológica de Jataí ),, 02.XI.1993, N. Peixoto col. ( IBSP);  Itirapina, 2, 3, 20.II.1984, P. Oliveira col. ( UFRG);  Teodoro Sampaio ,, XI.1977, M. Alvarenga col. ( UFRG);  Rio Grande do Sul: Derrubadas ( Parque Estadual do Turvo ),, 21- 25.V.1984, S. Bonatto col. ( UFRG);  Porto Alegre ,, 19.IX.1983, S. Bonato col. ( UFRG);  Guaíba, 3, 2, IV.1988, N. Fortes col. ( UFRG);  4, 3, X.1988, N. Fortes col. ( UFRG);  Encruzilhada do Sul, ,, 10.X.1992, L. Campos col. ( UFRG).  ARGENTINA, Jujuy: 2 ( MACN);  Rio Grande, ( MACN);  Salta: San Ramón de Nueva Orán , ( MACN);  Pocitos ,, XII.1971, Fritz col. ( MACN)  ;, 2, I.1972, Fritz col. ( MACN);  Misiones: Parque Nacional Iguazú , 3, 3, X.1977, H. Pepe col. ( MACN);  Iguazú ,, 1946 ( MACN);  Posadas, ( MACN);  Santa Maria ,, M. Viana col. ( MACN);  Estação Experimental Loreto ,, A. Ogloblin col. ( MACN);  Corrientes: Mercedes ,, II.1974, M. Viana col. ( MACN);  Córdoba: Dep. de Calemuchita, El Sauce ,, XII.1938, M. Viana col. ( MACN);  Entre Ríos: Concordia ,, I.1979, M. Viana col. ( MACN);  Departamento de Colon ,, II.1990, D. Rider col. ( UFRG);  Mendoza: Cacheuta , 2, 2, 07.VIII.1944 ( MACN);  Buenos Aires: Rosas ,, J. Daguerre col. ( MACN);  Buenos Aires ,, 08.I.1898, S. Venturi col. ( MACN);  2, 20.II.1899, S. Venturi col. ( MACN)  ;, 15.III.1904, A. Zotta col. ( MACN)  ;, XI.1945, Aloisi col. ( MACN)  ;,, 16.X.1946, Píran col. ( MACN);  Martin Garcia ,, 1935, J. Daguerre col. ( MACN).  URUGUAI, Montevidéo: Montevidéo, 2,, H. Parker col. ( IACC)  ;,, 26.IV.1918, Felippone col. ( MACN)  .

NHRM

NHRM

RMNH

Netherlands, Leiden, Nationaal Natuurhistorische Museum ("Naturalis") [formerly Rijksmuseum van Natuurlijke Historie]

MACN

Argentina, Buenos Aires, Museo Argentina de Ciencias Naturales

MIZA

Venezuela, Maracay, Museuo del Instituto de Zoologia Agricola

UFRG

Brazil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Biologia

INPA

Brazil, Amazonas, Manaus, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazoonia, Colecao Sistematica da Entomologia

DCMB

Brazil, Amazonas, Manaus, Universidade do Amazonas

CMNH

USA, Pennsylvania, Pittsburgh, Carnegie Museum of Natural History

MZSP

Brazil, Sao Paulo, Sao Paulo, Museu de Zoologia da Universidade de Sao Paulo

IBSP

Brazil,Sao Paulo, Sao Paulo, Instituto Butantan

MNRJ

Brazil, Rio de Janeiro, Sao Cristovao, Universidade do Rio Janeiro, Museu Nacional

IACC

Brazil, Sao Paulo, Campinas, Instituto Agronmico de Campinas

NHRM

Naturhistoriska Rijkmuseet

MACN

Museo Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia

UFRG

Instituto de Biologia

MZSP

Sao Paulo, Museu de Zoologia da Universidade de Sao Paulo

MNRJ

Museu Nacional/Universidade Federal de Rio de Janeiro

Kingdom

Animalia

Phylum

Arthropoda

Class

Insecta

Order

Hemiptera

Family

Pentatomidae

Genus

Edessa

Loc

Edessa rufomarginata ( De Geer, 1773 )

Silva, Eduardo José Ely e, Fernandes, José Antonio Marin & Grazia, Jocélia 2004
2004
Loc

Cimex rufomarginatus

DE GEER, 1773:330
STÅL, 1872:57
Loc

Cimex cruentus FABRICIUS, 1775:713

FABRICIUS, 1775:713
FABRICIUS, 1803:153
Loc

Edessa cruenta

FABRICIUS, 1803:153
BURMEISTER, 1835:355
AMYOT & SERVILLE, 1843:160
Loc

Pentatoma furcata PALISOT DE BEAUVOIS, 1805:46

PALISOT DE BEAUVOIS, 1805:46
WALKER, 1867:451
Loc

Aceratodes cruentus

AMYOT & SERVILLE, 1843:160
DALLAS, 1851:334
WALKER, 1867:451
STÅL, 1872:57
Loc

Aceratodes flavomarginatus STÅL, 1855:183

STÅL, 1855:183
STÅL, 1872:57
Loc

Aceratodes flavovirens STÅL, 1855:183

STÅL, 1855:183
STÅL, 1872:57
Loc

Edessa rufomarginata

STÅL, 1872:57
DISTANT, 1880:96
SHARP, 1890:410
LETHIERRY & SEVERIN, 1893:194
KIRKALDY, 1909:164
BUCKUP, 1961:10
SILVA et al., 1968:60
GrAZIA- VIEIRA & CASINI, 1973:59
FROESCHNER, 1981:66
RIZZO & SAINI, 1987:51
FORTES & GRAZIA, 1990:191