identifier	taxonID	type	CVterm	format	language	title	description	additionalInformationURL	UsageTerms	rights	Owner	contributor	creator	bibliographicCitation
03E2DC5AFFEBFF92FBF8F883FCA8F7EB.text	03E2DC5AFFEBFF92FBF8F883FCA8F7EB.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Glyphepomis Berg 1891	<div><p>Glyphepomis Berg, 1891</p><p>Glyphepomis BERG, 1891: 280-282; LETHIERRY &amp; SEVERIN, 1893: 129; KIRKALDY, 19092 68; PENNINGTON, 19201 8; KORMILEV, 19552 4.</p><p>Espécie-tipo:  Glyphepomis adroguensis Berg, 1891, por monotipia.</p><p>Diagnose. Tamanho pequeno, coloração geral de castanho a negro; pontuações negras. Cabeça mais larga que longa, o clipeo sendo mais longo que as jugas; jugas e clipeo com pontuações esparsas. Antenas apresentando o quarto artículo dorsalmente comprimido e sulcado. Rostro com o primeiro artículo contido entre as búculas; ápice do rostro atingindo a base do abdome. Abdome, na sua face ventral, negro com faixas marginais mais claras, de coloração castanha ou ocre-amarelada. Tricobótrios abdominais internos a uma linha imaginária longitudinal, tangente à margem externa dos espiráculos. Pigóforo com dois folhetos no bordo ventral, o folheto intemo carenado e o extemo não carenado.</p><p>Descrição. Cabeça mais larga que longa; clipeo mais longo que as jugas, ápice arredondado. Margens laterais externas das jugas sinuosas e convergindo em direção ao clipeo. Linha imaginária transversal que une as margens extemas das jugas, quando observadas em vista frontal, situada num plano inferior à superficie dorsal do clípeo. Jugas e clipeo com pontuações esparsas. Búculas sinuadas, estendendo-se quase ate' a base da cabeça; anteriormente em pequeno dente triangular, subtruncadas posteriormente. Tubérculos anteniferos quase totalmente encobertos pelas jugas em vista dorsal. Antenas de cor marrom, exceto a metade apical do quarto artículo e todo o quinto artículo, que são negros e densamente pilosos; 4° artículo comprimido dorso-ventralmente e sulcado dorsalmente. Proporção dos artículos antenais: primeiro artículo maior que o Segundo, este a metade do terceiro; terceiro e quarto subiguais; quinto, o mais longo, cerca de 1,5 vezes o terceiro. Rostro subcilindrico, com o primeiro artículo contido entre as búculas, segundo levemente arqueado. Ápice do rostro atingindo a base do abdome. Ifronoto subtrapezoidal, densamente pontuado; margem anterior rasamente côncava, margens ântero-laterais côncavas. Cicatrizes da mesma cor que o restante do pronoto, raras pontuações internas. Escutelo densamente pontuada, conspícuas fóveas negras junto aos ângulos basais; margens laterais sub-retilíneas, ápice do escutelo amplamente arredondado. Heníiélitros com pontuações menores e menos concentradas que no pronoto e escutelo; ângulo apical do cório quase alcança a metade do 69 segmento do conexivo; membrana atinge o ápice do abdome. Tórax ventralmente castanho-escuro, com pontuações negras grosseiras uniformemente distribuídas. Prosterno desprovido de carena ou sulco. Mesostemo com carena estreita, pouco elevada, aspecto aveludado nos dois terços anteriores devido a densa pilosidade. Metasterno rasamente côncavo, recoberto por densa pilosidade. Peritrema ostiolar reduzido, subauricular; área evaporatória meso- e metapleural bastante rugosa e enegrecida, reduzida na metapleura, ocupando uma área semilunar anterior e intema desta região, e uma área semilunar, mais ou menos ampla junto a margem posterior da mesopleura. Tibias cilíndricas, dorsalmente sulcadas, ocre a castanhoescuras com pontuações negras. Segmentos do conexivo recobertos por pontuações menores que as dos hemiélitros. Ab-dome, ventralmente, negro com faixas marginais mais claras (castanhas ou ocre-amareladas). Base ventral do abdome sem espinho ou tubérculo. Sétimo urosternito nas fêmeas com a margem anterior uniformemente côncava. Tricobótrios presentes em pares, sendo um par junto a cada espiráculo abdominal, intemos à uma linha ímagináría longitudinal tangente à margem extema dos espiráculos.</p><p>Genitália a. Pigóforo subquadrangular, ângulos póstero-laterais arredondados e levemente pronunciados. Bordo ventral em dois folhetos, um interno e um externo. Folheto interno apicalmente carenado e suavemente bissinuoso, projetando-se dorsalmente em direção anterior, em l + l projeções cônicas laterais ao segmento X. Projeções cõnicas com um ou dois pequenos tubérculos na margem lateral extema. Folheto extemo não carenado. Parâmeros subquadrangulares, reduzidos. Segmento X carenado no terço basal; carena unindo l + l minúsculas projeções calosas localizadas nas margens laterais do segmento X. Phallus quase tão largo quanto longo. Aparelho articular com placa basal simples e um par de conetivos dorsais curtos de onde partem os processus capitati, cuja proporção em relação ao phallus é variável nas espécies. Membramblase visível apenas ventralmente. Phallotheca amplamente aberta posteriormente, ângulos póstero-laterais salientes e apresentando dois pares de processos, l + l dorsais junto à articulação com a placa basal e l + l ventrais, digitiformes, na margem apical. Conjuntiva com processos bem desenvolvidos, l + l ventrais digitiformes, situados externamente aos processos da phallotheca e mais longos que estes; e l + l dorso-laterais, amplos e bilobados. Vesica com um processo ventral membranoso com ápice recortado em “ V ” e um processo dorsal esclerotinizado que se prolonga ein direção ventral, abraçando parte do ductus seminis distalis, este tubular e helicoidal, várias vezes mais longo que o phallus.</p><p>Genitália 9. Gonocoxitos 8, nos bordos suturais, quase tão longos quanto largos; margens posteriores moderadamente convexas. Gonocoxito 9 trapezoidal, margem anterior projetada em l + l braços laterais aﬁlados, atingindo ou ultrapassando a margem anterior dos laterotergitos 9. Laterotergitos 9 convergentes, ápices arredondados, ultrapassando ligeiramente a banda transversal que une os laterotergitos 8. Segmemo X quadrangular. Gonapóﬁses 9 com l + l espessamentos secundários pouco desenvolvidos, subtriangulares ou em arco, cujo braço anterior cruza a margem posterior das Chitínellipsen, estas irregularmente ovaladas. Espessamento da íntima vaginal cônico. Oriﬁcium receptaculi circular. Pars intermedialis cilíndrica, o diâmetro menor que o comprimento. Cristas anulares anterior e posterior conspícuas, a anterior voltada para o ductus receptacııli. Capsula seminalis semiesférica, destituida de dentes.</p><p>Distribuição geográfica. Gßıphepomis é um gênero exclusivamente neotropical, não amazônico, distribuindo-se nas regiões centro-oeste, nordeste, sudeste e sul do Brasil e norte da Argentina.  G. adroguensís Berg restringe-se às regiões sul do Brasil e nordeste da Argentina.  G. pelotensis sp. n. foi registrada apenas em Santa Maria e Pelotas (Rio Grande do Sul, Brasil).  G. setigera Korrnilev &amp; Pirán apresenta uma ampla distribuição, ocorrendo desde o nordeste do Brasil até o nordeste da Argentina.  G. Spinosa sp. n. ocorre no centro-oeste e sudeste do Brasil.</p><p>Comentários.  Glyphepomis apresenta várias características, especialmente na genitália masculina, que nos permite compará-lo aos gêneros  Hypatropis Bergroth,  Mecocephala Dallas,  Paratíbraca Campos &amp; Grazia e  Tibraca Stãl. Assim, a forma da cabeça e do pronoto (exceto em  G. spínosa sp. n.) são também vistas em  Paratibraca e ligeiramente diferentes em  Tibraca . A extensão e a proporção dos artículos do rostro são os mesmos encontrados em  Paratibraca e Ti-bracu. A forma do quarto artículo antenal, a presença de dois folhetos no bordo ventral do pigóforo, de projeções cônicas no folheto intemo e de uma carena dorsal no segmento X, são estados de caracteres compartilhados por todos os gêneros acima mencionados.  Glyphepomis distingue-se dos demais por apresentar o folheto externo do bordo ventral do pigóforo não carenado e as projeções cônicas com tubérculos na margem lateral externa. Em todos os gêneros o phallus apresenta estrutura e processos comparáveis, embora ocorram ligeiras variações em cada um dos gêneros, quanto à forma destes processos.</p><p>Chave para as espécies de  Glyphepomis .</p><p>1. Ãngulos umerais do pronoto (Fig. 2), formando ape-nas uma pequena projeção arredondada, lateral-mente dirigida, nunca em espinho; pronoto não fortemente declinante nos 2/3 anteriores. 2 Ângulos umerais do pronoto projetados em espi-nhos agudos, dirigidos /ântero-lateralmente, com o ápice quase alcançando 0 nivel da margem anteri-or do pronoto (Fig. l); pronoto fortemente decli-nante nos 2/3 anteriores.  G. spínosa sp. n.</p><p>2 (l). Margens ântero-laterais do pronoto dorsalmente emarginadas (Fig. 2); ângulos ântero-laterais do pronoto em denticulo triangular, deprimido (F ig. 2). Superfície do corpo glabra. 3 Margens ântero-laterais do pronoto emarginadas apenas sobre as projeções dos ângulos umerais; projeções junto aos ângulos ântero-laterais em tu-bérculos situados subapicalmente em relação aos ângulos ântero-laterais. Superficie do corpo pilosa  G. setigera Korrnilev &amp; Pirán</p><p>3 (2). Abdome. ventralmente, com densa pontuação no centro, rarefeita nas bandas laterais; folheto exter-no do bordo ventral do pigóforo formando um es-pinho mediano (Figs. 16, 18, febv)  G. pelotensis sp n. Abdome, ventralmente, densa e uniformemente pontuada; folheto extemo do bordo ventral do pi-góforo íntegro, não formando espinho (Figs. 12, 14)  G. adroguensis Berg</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03E2DC5AFFEBFF92FBF8F883FCA8F7EB	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Campos, L. A.;Grazia, J.	Campos, L. A., Grazia, J. (1998): Revisão de Glyphepomis Berg, 1891 (Heteroptera, Pentatomidae). Revista Brasileira de Entomologia 41 (2 - 4): 203-212
03E2DC5AFFE9FF94FBF4FF58FE7EFDB0.text	03E2DC5AFFE9FF94FBF4FF58FE7EFDB0.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Glyphepomis spinosa Campos & Grazia 1998	<div><p>Glyphepomis spinosa sp. n.</p><p>(Figs. i, 3-6, 19, 24 -26, 36. 40)</p><p>Diagnose. Espécie de maior tamanho no gênero, comprimento médio superior a 7 mm. Coloração geral dorsalmente negra, ventralmente ferruginea com faixas laterais mais claras; superficie do corpo glabra. Pronoto fortemente declinante nos dois terços anteriores; ângulos umerais desenvolvidos em longos espinhos agudos dirigidos ântero-lateralmente, margens ântero-laterais não emarginadas. Projeções junto aos ângulos ântero-laterais do pronoto em pequenos tubérculos, situados subapicalmente em relaçäo aos ângulos ântero-laterais. Cicatrizes inconspícuas. Nos machos, ápices do sétimo segmento do conexivo desenvolvidos em espinho agudo; nas fêmeas, margem posterior dos laterotergitos 8 em espinho agudo.</p><p>Descrição. Pronoto fortemente declinante nos dois terços anteriores; projeções junto aos ângulos ântero-laterais em pequenos tubérculos, situados subapicalmente em relação aos ângulos ântero-laterais. Margens ântero-laterais não emarginadas. Ãngulos umerais em espinhos agudos, ântero-lateralmente-dirigidos, alcançando o nível da margem anterior do pronoto (Fig. 1). Pontuações grosseiras, algumas vezes conﬂuentes. Pontuações do escutelo como no pronoto. l-lemiélitros apresentam pontuações ligeiramente menores que no pronoto e escutelo. Mancha da veia radial conspicua, ocre-amarelada. Fêmures castanhos, manchados de negro nos três quartos apicais dos primeiro e segundo pares de pemas e no terço apical do terceiro par.</p><p>Ãngulos póstero-laterais do sétimo segmento do conexivo dos machos em espinho agudo, os demais rombos.</p><p>cr. Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de oito indivíduos. Comprimento total 7,35 (6,81 -7,87); cabeça: comprimento 1,46 (l, 3l-1,56), largura 1,60 (l,52- l, 64); comprimento dos artículos antenais: l 0,43 (0,41 -0,49), II 0,29- 0,37 (0,33), III 0,69 (0,66-0,74), IV 0,62 (0,57-0,66), V 0,96 (0,90-0,98); pronoto: comprimento 1,58 (1,48-l, 64), largura 95,16 (4,59-5,82); escutelo: comprimento 2,69 (2,46-2,87), largura 2,68 (2,38-2,87); largura abdominal 4,08 (3,77-4,43).</p><p>Genitália. Margem posterior do folheto interno do bordo ventral bissinuada sutilmente (Figs. 3, 4, ﬁbv). Projeções cônicas com ápice truncado, ligeiramente túmido (Figs. 3. 6, pen). Margem lateral externa das projeções cônicas com apenas um dente próximo ao ápice (Fi g. 3, dp). Bordo dorsal subretilineo (Fig. 3, bd). Abertura da taça genital reduzida. Segmento X alargado na base, superficie dorsal moderadamente convexa (Fig. 19). Phallus: processos ventrais da phallotheca com cerca de 2/3 do comprimento e quase o dobro da largura dos processos ventrais da conjuntiva, estes quase alcançando o processo ventral da vesica (Figs. 25, 26, prc2, prph2, prvv). Processos dorso-laterais da conjuntiva com ápice em ponta única (Fig. 26, prcl). Processo dorsal da vesica com a margem posterior bissinuada (Fig. 24, prvd). Processus capitatí com a metade do comprimento da phallotheca (Figs. 24, 25, pc). ~</p><p>9. Semelhante ao macho. Ângulos póstero-laterais dos segmentos do conexivo rombos. Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de 10 individuos. Comprimento total 7,76 (7, l 3-8,12); cabeça: comprimento 1,51 (1,39- 1,64), largura 1,66 (1,60-l, 72); comprimento dos artículos antenais: 1 0,46 (0,41 -0,49), II 0,34 (0,29-0,37), Ill 0,73 (0,66- 0,82), IV 0,66 (0,62-0,70), V 1,15; pronoto: comprimento 1,61 (l,48- l,72), largura 5,40 (4,92-5,82); escutelo: comprimento 2,94 (2,79-3,12), largura 2,87 (2,62-3,03); largura abdominal 4,45 (4, 1 8-4,67).</p><p>Genitália. Laterotergitos 8 mais longos que largos e projetados em espinho agudo, muito mais longos que os laterotergitos 9 (Fig. 36, la8, la9). Laterotergitos 9 com a margem lateral extema uniformemente convexa, e a margem lateral intema fortemente sinuada (Figs. 36, 40, la9). Espessamento secundário da gonapóﬁse 9 subtriangular (Fig. 40, esg). Ductus receptaculi curto, tubular, não enovelado, bastante alargado considerando-se a largura do ductus na área vesicular de calibre quase igual à pars íntermedialís (Fig. 40, av, dr).</p><p>Material-tipo: BRASIL. São Paulo: Caçapava,  Faz. Baldassi, holótipo a‘, 20.11.1948, Plinio col. (MZSP) ;   Mato Grosso. Porto Velho,  Rio Tapirapé, parátipo 9, IV. l 964, R. T. Lima col. (MZSP) ;   Tocantins:  Gurupi, parátipo a, 2 paratipos 9, 0 l. VI. 1988, K. Kishino (d, 9, AMNH, a, MZSP) ;  parátipo or, parátipo 9, 24. V. l 989, idem (MZSP);   Goiás:  Rio Formoso, 3 parátipos a, 8 parátipos 9, 111.1990, E. Ferreira, “ arroz ” (of, 39, AMNH, c, 39, UFRG, d, 29, MCNZ) ;  Goiânia, parátipo c, l l. II.1976, Ev. Vogel (AMNH);   São Paulo:  Pindamonhangaba, parátipo o, 21.VIII.1988, “ arroz ” (MZSP)  .</p><p>Distribuição geográﬁca: Brasil: Mato Grosso, Tocantins. Goiás, São Paulo.</p><p>Comentários.  G. spinosa apresenta várias características exclusivas, tais como, forte declive anterior do pronoto, ângulos umerais desenvolvidos em espinhos e margens ântero-laterais não emarginadas, ápice do sétimo segmento do conexivo dos machos desenvolvido em espinho, margem lateral extema das projeções cônicas com um único dente, margem posterior dos laterotergitos 8 projetada em espinho, e diâmetro do ductus receptaculí. A presença e a posição dos tubérculos ântero-laterais do pronoto são estados de caracteres compartilhados com  G. setigera .</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03E2DC5AFFE9FF94FBF4FF58FE7EFDB0	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Campos, L. A.;Grazia, J.	Campos, L. A., Grazia, J. (1998): Revisão de Glyphepomis Berg, 1891 (Heteroptera, Pentatomidae). Revista Brasileira de Entomologia 41 (2 - 4): 203-212
03E2DC5AFFEFFF95FC67FF6DFCE2FBCA.text	03E2DC5AFFEFFF95FC67FF6DFCE2FBCA.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Glyphepomis setigera Kormilev & Piran 1952	<div><p>Glyphepomis setigera Kormilev &amp; Pirán, 1952</p><p>(Figs. 7-9, 20, 27-29, 37, 41)</p><p>Glyphepomis seligzra KORMILEV &amp; PIRÁN, 1952: 301 -306, FIGS. 2, 4; PIRÁN, 1956: 32;RU1=1 =1N1=.LL 1&amp; PIRÁN, 1959: 18;P111ÁN, 1963: 337; PIRÁN, 1967121.</p><p>Diagnose. Menor espécie do gênero, comprimento ao redor de 6 mm. Coloração geral de castanho-escura à negra; abdome, ventralmente, com faixas laterais ocre-amareladas, intensa e unifonnemente pontuadas. Superfície do corpo intensamente pilosa. Pronoto com ângulos umerais em forma de pequenas projeções de ápice rombo. Margens ântero-laterais emarginadas apenas sobre os ângulos umerais. Projeções junto aos ângmlos ântero-laterais do pronoto em tubérculos situados subapicalmente em relação aos ângulos ântero-laterais.</p><p>Descrição. Pronoto pouco declinante nos dois terços anteriores; um raso sulco transversal atrás das cicatrizes, unindo os ângulos umerais; pontuações grosseiras, irregularmente distribuídas nos dois terços anteriores. Cicatrizes conspícuas. Projeções junto aos ângulos ântero-laterais em tubérculos situados subapicalmente em relação aos ângulos ântero-laterais. Margens ântero-laterais emarginadas apenas sobre os ângilos umerais. Disco do escutelo triangular, delimitado por sulcos rasos. Mancha da veia radial dos hemiélitros inconspicua. Fêmures ocre a castanho-escuros.</p><p>a. Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de 10 individuos. Comprimento total 5,55 (5,33-5,82); cabeça: comprimento 1,18 (1,07- 1,23), largura 1,36 (1,31 - 1,44); comprimento dos artículos antenais: I 0,38 (0,37-0,41), II 0,24 (0,21 -0,25), [I 1 0,47 (0,41 -0,49), IV 0.50 (0,45-0,53), V 0,85 (0,82-0,90); pronoto: comprimento 1,27 (1,15- 1,39), largura 3,41 (3,24-3,57); escutelo: comprimento 2,09 (1,97- 2,30), largura 2,05 (l, 97-2,13); largura abdominal 3,12 (2,95 -3,44).</p><p>Genitália. Margem posterior do folheto intemo do bordo ventral bissinuada (Figs. 7, 8, ﬁbv). Projeções cônicas agudas no ápice, túmidas (Figs. 7, 10, pcn). Margem lateral extema das projeções cônicas com dois dentes (Fig. 7, dp). Bordo dorsal bissinuoso (Fig. 7, bd). Abertura da taça genital reduzida. Segmento X alargado na base, superficie dorsal sub-retilinea (Fig. 20). Phallus: processos ventrais da phallatheca tão longos quanto e com mais de duas vezes a largura dos processos ventrais da conjuntiva, estes bem distanciados dos ápices do processo ventral da vesica (Figs. 28, 29, prc2, prph2, prvv). Processos dorso-laterais da conjuntiva com ápice em ponta única (Fig. 29, prcl). Processo dorsal da vesica com margem posterior bissinuada (Fig. 28, prvd). Processus capitati muito amplos, tão longos quanto a phallotheca (Figs. ' 27, 28, pc).</p><p>9. Semelhante ao macho. Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de 10 indivíduos. Comprimento total 6,09 (5,66-6,56); cabeça: comprimento 11,22 (1,15 - 1,31), largura 1,45 (1,31- 1,56); comprimento dos artículos antenais: I 0,38 (33 -0,41), II 0,26 (0,25-0,33), III 0,48 (0,41 -0,57), IV 0,53 (0,41 -0,62), V 0,84 (O,74-0,90); pronoto: comprimento 1,35 (l, 23-1,48), largura 3,62 (3,36-3,85); escutelo: comprimento 2,29 (2,05 -2,46), largura 2,21 (1,97-2,38); largura abdominal 3,51 (3,12-3,85).</p><p>Genitália. Laterotergitos 8 pouco mais longos que largos, margem posterior de contomo triangular (Fig. 37, 1a8). Laterotergitos 9 quase tão longos quanto os laterotergitos 8; margem lateral extema moderadamente convexa, intema fortemente sinuada (Figs. 37, 41, 1a9). Espessamento secundário da gonapóﬁse 9 subtriangular (Fig. 41, esg). Ductus receptaculi mais longo que em  G. spinosa, não tubular, em fonna de ñta estreita e moderadamente enovelada nas regiões anterior e posterior à área vesicular. Area vesicular excepcionalmente pequena, apenas pouco maior que a pars intermedialis e capsula seminalís reunidas (Fig. 41, av, dr).</p><p>Material examinado: BRASIL. Ceará,  Barbalha, 19, V. 1969, M. Alvarenga (AMNH) ;   Mata Grossa:  Salobra, 19. 1.1955 (UFRG) ;   Mato Grossa do Sul:  Bodoquena, 19, X1.1941, n ° 02818 (FIOC) ;   Rio Grande do Sul:  Santa Maria, 19, 04.11.1986, arroz. D. Link (DZUP) ;  29, 1.1990, idem (UFRG);  lmbé, 19, 11.1961, E. e L. Buckup (UFRG);   Pelotas, 19, 20.11.1952, R. Biezanko (AMNH) ;  309, 3u. 15. V 111. l952. C. Biezanko (AMNH);   19, idem.  Glyphepomis setigera Konnilev &amp; Pirán L. H. Rolston det. 1972 (AMNH) ;   Capão do Leão, 149, 3 a, 11.1988, L. C. Belarmino, armadilha luminosa - arroz (UFRG) ;   ARGENTINA. Chaco: Resistencia,  Presidente Perón, parátipo c. X11.1935,. I.B. Daguerre, n ° 53100 (MACN) ;   Córdoba:  Alta Gracia, 4 parátipos 9, C. Bruch, n“ 18948 (MACN) ;  Buenos Aires: parátipo cr, 4 parátipos 9, 14.1.1896, 08-O 9.X. l 896, 14.1.1899, S. Venturi, n” 53101 (MACN);   Bou~ logne, parátipo a, 10. X. 1 943, A. Prosen leg. (MACN) ;   Tigre, alótipo 9, 2 parátipos V, M. J. Viana,  Glyphepomis seligem Kormilev e! Pirán, n“ 53039 (MACN) ;   San lsidro, holótipo c, 04. Vl 1. l 940, N. Konnilev.  Glyphepomis: exigera Kormilev zt Pirán. n“ 53038 (MACN) ;   19, N. Kormilev,  Glyphepomis serigera Kormilev &amp; Pirán N. Konnilev det. 1953 (AMNH)  .</p><p>Distribuição geográﬁca: Brasil: Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul; Argentina: Chaco, Córdoba, Buenos Aires; Uruguai.</p><p>Comentários. A pilosidade que recobre o corpo, a emarginação presente apenas sobre os ângulos umerais e a dimensão da área vesicular do receptaculum seminís säo caracteristicas exclusivas de  G. setigera . O pequeno desenvolvimento dos ângulos umerais e a presença de uma par de dentes na margem lateral das projeções cônicas do pigóforo são estados de caracteres compartilhados com  G. adroguensís e  G. pelozensis .</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03E2DC5AFFEFFF95FC67FF6DFCE2FBCA	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Campos, L. A.;Grazia, J.	Campos, L. A., Grazia, J. (1998): Revisão de Glyphepomis Berg, 1891 (Heteroptera, Pentatomidae). Revista Brasileira de Entomologia 41 (2 - 4): 203-212
03E2DC5AFFEEFF97FC0FFB69FA8BFEBA.text	03E2DC5AFFEEFF97FC0FFB69FA8BFEBA.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Glyphepomis adroguensis Berg 1891	<div><p>Glyphepomis adroguensis Berg, 1891</p><p>(Figs. 11 - 14, 21, 30-32, 38, 42)</p><p>Glyphepomis adroguensis BERG, 1891: 280-282; LETHIERRY &amp; SEVERIN, 1893: 129; KiRKALny, 1909; es; PENNiNoroN, 1920: s; Koıımıusv &amp; PIRAN, 1952: 301 -306, FIGS. 1, 3; PIRÁN, 1956: 32; RUFFINELLI &amp; PmAN, 1959: is; PIRÁN, 1970: 127.</p><p>Diagnose. Coloração ocre a marrom escura. Superﬁcie do corpo glabra. Margens ântero-laterais do pronoto emarginadas em toda a sua extensão. Ângulos ântero-laterais em denticulos triangulares, deprimidos. Abdome ventralmente com faixas laterais amplas ocre-amareladas, intensa e regularmente pontuadas. Folheto extemo do bordo ventral do pigóforo plano, não projetado.</p><p>Descrição. Pronoto pouco declinante na sua metade anterior, pontuações grosseiras, irregularmente distribuídas. Cicatrizes conspícuas. Ângulos ântero-laterais em dentículos triangulares, deprimidos. Disco do escutelo pouco destacado. subtriangular. Mancha da veia radial dos hemiélitJ-os inconspícua. Fêmures ocre a castanho-escuros.</p><p>o: Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de 10 indivíduos. Comprimento total 6,52 (5,74-7.30); cabeça: comprimento 1,44 (l,15- l, 72), largura 1,55 (l,44-1,72); comprimento dos artículos antenais: I 0,37 (0,33-0,41), Il 0,29 (0,25-0,33), III 0,52 (0,41 -0,57), IV 0,49 (0,41 -0,62), V 0,83 (0,74-0,98); pronoto: comprimento 1,37 (1,15- 1,48), Iargura 3,75 (3,57-4,02); escutelo: comprimento 2,35 (2,21 - 2.46), largura 2,31 (2,13-2,54); largura abdominal 3,65 (3,36-4,02).</p><p>Genitália. Margem posterior do folheto intemo do bordo ventral bissinuada (Figs. 1 1, 12, ﬁbv). Projeções cênicas curtas, ápice arredondado e quase aplainadas(Figs. 1 1, 13, pcn). Margem lateral externa das projeções cônicas apresentando dois dentes (Fig. 1 1, dp). Abertura da taça genital ampla. Bordo dorsal bissinuoso (Fig. 12, bd). Segmento X com superﬁcie sub-retilínea (Fig. 21). Phallus: processus capitati pequenos, com cerca de um terço do comprimento da phallotheca (Figs. 30, 31, pc). Processos ventrais da phallotheca e da conjuntiva subiguais em comprimento (F igs. 31, 32, prc2, prph2). Processos dorso-laterais da conjuntiva com ápice em ponta única (Fig. 32, prcl). Processo dorsal da vesica com margem posterior bissinuada (Fig. 30, prvd).</p><p>9. Semelhante ao macho. Medidas. As medidas foram tomadas de uma amostra de 10 indivíduos. Comprimento total 7,12 (6,56-7,79); cabeça: comprimento 1,48 (1,15- 1,80), largura 1,64 (1,48- 1,80); comprimento dos artículos antenais: I 0,42 (0,37-0,49), II 0,28 (0,25-0,33), III 0,55 (0,45-0,66), IV 0,55 (0,49-0,66), V 0,87 (0,78-0,94); pronoto: comprimento 1.55 (1,39- 1,64), largura 4,15 (3,8 S- 4,42); escutelo: comprimento 2,64 (2,46-2,95), largura 2.59 (2,38-2,87); largura abdominal 4,12 (3,77-4,39).</p><p>Genitália. Laterotergitos 8 mais longos que largos, margem posterior uniformemente convexa (Fig. 38, la 8). Laterotergitos 9 tão longos quanto os laterotergitos 8; margem lateral extema sub-retilínea, interna moderadamente sinuada (Figs. 38, 42, la9). Espessamento secundário da gonapófise 9 subtriangular (F ig. 42, esg). Ductus receptaculi estreito e em forma de ﬁta, longo e enovelado nas regiões anterior e posterior à área vesicular, ou curto e não enovelado na região posterior à área vesicular (Fig. 42, av, dr).,_</p><p>Material examinado: BRASIL.  Sama Catarina:  Corupá, lv. X. 1976. A. Maller (UFRG) ;   Rio Grande do Sul:  Gramado, 19, 09.X 11.1990, J. Grazia (UFRG) ;  Taquara. lcr. 03.IX. 1989. L. Buckup, “ em Azalea” (UFRG);   Santa Maria, l?, 22. IV. 1984, R. Dalmolin.  Glyphepomis admguensis Berg 1891 J. Grazia det. 1986 (UF RG) ;  lc, 08.111.1986. idem (DZUP);   29, idem,  Glyphepomis adroguensís Berg 1891 J. Grazia det. 1986 (UFRG) ;  Santo Antônio da Patrulha, lu, 24.V 1 l, l 985, Becker (UFRG):  Cachoeirinha. 1/ 9. 17. V11.1985, Albuquerque (UFRG);  Porto Alegre, 19, 31.1.1969, Soñel. n” 6296 (MCNZ);  19, idem, n° 6297 (MCNZ);  19. idem, n” 6299 (MCNZ);  lu, idem, n ” 6295 (MCNZ);   1 er. idem.  Glyphepomis adrogııensis Berg 1891,1. Grazia det. 1986. n “ 6300 (MCNZ) ;  19. 13. Vll. 1986. J. Grazia (UFRG);  la, 19. Vl. 1992, J. A. M. Fernandes (UFRG);  l?, 11.1.1994, L. A. Campos (UFRG);   Guaíba . 19. 21.1X.1982. G. Moreira. Glyphepomrlr  adraguensis Berg 1891 J. Grazia det. 1986 (UFRG) ;  19, 04. V 1l. 1985, Albuquerque (UFRG);   Taim . lo, 23.111-04.1 V.1981, J. Grazia (UFRG) ;   ARGENTINA. Corrientes:  Santo Tomé, 19, Xl. 1927 (UFRG) ;   Buenos Aires: holótipo V.  Glyphepomis adroguenrir 1891 Berg, n” 1390 (FCNM)  .   Tigre. 1 a. M. J. Viana,  Glyphepomis adroguensis Berg 1891 J. Grazia det. 1986 (UFRG) ;  La Plata. 2V, Spegazzini (AMNH);   Lobos, 19, lu, 29.1.1952, Bosq.  Glyphepomis adraguensis Berg N. Kormilev det. 1957 (AMNI-l)  .</p><p>Distribuição geográfica: Brasil: Santa Catarina, Rio Grande do Sul; Argentina: Corrientes, Buenos Aires; Uruguai.</p><p>Comentários. A emarginação em toda a extensão das margens ântero-laterais do pronoto, ângulos ântero-laterais em dentículos triangulares e deprimídos, e o comprimento do ductus recepıaculi são estados de caracteres compartilhados com  G. pelotensis, da qual se distingue pela pontuação mais intensa das faixas ventre-laterais do abdome, além da morfologia da genitália de ambos os sexos.</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03E2DC5AFFEEFF97FC0FFB69FA8BFEBA	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Campos, L. A.;Grazia, J.	Campos, L. A., Grazia, J. (1998): Revisão de Glyphepomis Berg, 1891 (Heteroptera, Pentatomidae). Revista Brasileira de Entomologia 41 (2 - 4): 203-212
03E2DC5AFFECFF99FBD9FEFBFF3EFC3E.text	03E2DC5AFFECFF99FBD9FEFBFF3EFC3E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Glyphepomis pelotensis Campos & Grazia 1998	<div><p>Glyphepomis pelotensís sp. n.</p><p>(Figs. 2, 15- 18, 22, 33-35, 39, 43)</p><p>Diagnose. Coloração ocre a marrom clara. Superñcie do corpo glabra. Abdome ventralmente com pontuação menos intensa nas faixas laterais que no centro. Margens ântero-laterais do pronoto emarginadas em toda a sua extensão. Ângulos ântero-laterais em dentículos triangulares, deprimidos. Folheto extemo do bordo ventral do pigóforo com um espinho agudo mediano.</p><p>Descrição. Ángulos ântero-laterais do pronoto em denticulos triangulares, deprimidos Disco do escutelo pouco destacado, de formato subtriangilar. Mancha da veia radial dos hemiélitros inconspícua. Fêmures ocre a castanho-escuros. Abdome ventralmente com faixas laterais ocre-amareladas com pontuação menos intensa, que se rarefaz em direção às margens laterais.</p><p>Devido a pequena quantidade de material e ao estado precário de conservação, foram medidos apenas um individuo de cada sexo.</p><p>a. Medidas do holótipo. Comprimento total 5,78; cabeça: comprimento 1,25, largura 1,43; comprimento dos artículos antenais: I 0,37, II 0,30, III 0,49, IV 0,51, V 0,79; pronoto: comprimento 1,28, largura 3,57; escutelo: comprimento 2,33, largura 2,28; largura abdominal 3,42.</p><p>Genitália. Folheto extemo do bordo ventral com um espinho agudo mediano, projetado posteriormente (Figs. 16. 18, febv). Margem posterior do folheto intemo do bordo ventral bissinuada (Figs. 15, 16, fibv). Projeções cõnicas curtas, de ápice arredondado e projetadas diagonalmente em relação ao plano longitudinal do pigóforo, detenninando uma ampliação na abertura da taça genital (Figs. 15, 18, pcn). Margem lateral extema das projeções cônicas apresentando dois dentes (Fig. 17, dp). Bordo dorsal bicôncavo, projetado em amplo tubérculo mediano para o centro da taça genital (Fig. 15, bd). Segmento X com superficie dorsal sinuada, côncavo na meta-de posterior e com uma área triangular mais elevada na base (Figs. 15, 22, X). Phallus: processus capitati pequenos, cerca de um terço do comprimento da phallotheca, esta estreitando-se em direção à base (Figs. 33, 34, ph). Processos ventrais da conjuntiva com praticamente o dobro do comprimento e a metade da largura dos processos ventrais da phalloıheca (Figs. 34, 35, prc2, prph2). Processos dorso-laterais da conjuntiva com ápice tripartido (Fig. 35, prcl). Processo dorsal da vesica losangular, projetando-se muito além dos processos da conjuntiva (Figs. 33, 35, prvd).</p><p>9. Semelhante ao macho. Medidas. Comprimento total 6,65; cabeça: comprimento 1,17, largura 1,50; comprimento dos artículos antenais: I 0,38, II 0,27, III 0,48, IV 0,52, V 0,83; pronoto: comprimento 1,48, largura 4,10; escutelo: comprimento 2,60, largura 2,58; largura abdominal 4,06.</p><p>Genitália. Margem posterior dos laterotergitos 8 suavemente subtriangulares, margem lateral intema dos laterotergitos 9 sinuada (Fig. 39, la8. la9). Espessamento secundário da gonapóﬁse 9 em arco (Fig. 43, esg). Ductus receptaculí longo e em forma de ﬁta, estreito e enovelado, antes e depois da área vesicular, ou curto e não enovelado na região posteri-or à área vesicular (Fig. 43, av, dr).</p><p>Material-tipo: BRASIL. Río Grande do Sul: Pelotas, holótipo d, 15. X. 1975, R. Donatti leg. (AMNH);   Santa Maria, parátipo 9, 04.11.1986, D. Link, “ ” Pelotas arroz (AMNH) ;,   parátipo c, 25. IX.l 975,  Trebien leg. (UFRG) ;   parátipo 9, 17.11.1950,  Biezanko, n° 002788, série 20 - n° 067 (MCNZ) ;   parátipo 9. 07.X. 1975,  Haglioni leg. (UFRG) ;   parátipo 9, 05.IV. 1994,  Adriano leg. (MZSP)  .</p><p>Distribuição geográfica: Brasil, Rio Grande do Sul.</p><p>Comentários.  G. pelotensís compartilha muitas caracteristicas com  G. adroguensis, da qual se distingue por apresentar as faixas ventro-laterais do abdome com pontuação menos intensa, que se rarefaz em direção às margens laterais, pela forma do pigóforo, segmento X, phallus e receptaculum seminis.</p></div>	https://treatment.plazi.org/id/03E2DC5AFFECFF99FBD9FEFBFF3EFC3E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Campos, L. A.;Grazia, J.	Campos, L. A., Grazia, J. (1998): Revisão de Glyphepomis Berg, 1891 (Heteroptera, Pentatomidae). Revista Brasileira de Entomologia 41 (2 - 4): 203-212
